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GRAPHIA Diário da patetocracia
LITERATURA BRASILEIRA

Diário da Patetocracia

Crônicas brasileiras: 1968

JOSÉ CARLOS OLIVEIRA

O Brasil no dia a dia de um ano decisivo do século XX, 1968, pelo testemunho de um de nossos cronistas mais independentes e bem-humorados.

Tom Jobim e Vinícius de Moraes anunciam, no meio da tarde carioca, que vão fazer psicanálise. Descobre-se que um censor temido, Romero Lago, responsável, por dezessete anos, no Ministério da Justiça, pela liberação de filmes para os cinemas brasileiros, tratava-se, na verdade, de Ermelindo Ramirez Godoy, veterano impostor. Chico Buarque, em pleno assédio da roda viva, passa trotes pelo telefone de um bar do Leblon.

Estes são alguns dos acontecimentos e personagens reunidos e anotados por José Carlos Oliveira, junto à grande cena que fez de 1968, no Brasil e no exterior, um dos anos mais marcantes da segunda metade do século XX.

Em flagrantes do cotidiano, escritos às vezes na redação do jornal, quase simultaneamente aos fatos – fazendo o escritor se confessar sujeito a boatos mas interessado em pegar o clima – 1968 pode ser revisitado com extraordinária verossimilhança, diversidade de horizonte e riqueza de detalhes neste Diário da Patetocracia.

FICHA TÉCNICA
DIÁRIO DA PATETOCRACIA - Crônicas brasileiras: 1968
José Carlos Oliveira
Depoimento: Wladimir Palmeira
Crônica brasileira
Série Revisões, 10
14cm X 21cm
300 páginas - R$80,00
ISBN: 85-85277-15-7
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